A gnose responde sempre a uma angústia subjetiva do indivíduo, obcecado pelos grandes enigmas metafísicos.
Graças à iluminação da qual foi beneficiário, o gnóstico se serve da própria angústia para alcançar o conhecimento definitivo.
O gnóstico salva-se mediante o conhecimento, mas de que deve ser salvo? Esta pergunta nos exige estudar a atitude do gnóstico a respeito do seu corpo, do mundo visível e da existência sensível em geral.
O Apocalipse Cristão enfatiza: “Desde os tempos dos profetas, o céu se toma por assalto e só os valentes o tomaram”.
E para termnar, diremos:
“DEUS NÃO TEM FILHOS PREFERIDOS, MAS SIM FILHOS QUE O PREFEREM”.
“Modice fidei quare dubitasti?”
(Por que duvidaste, homem de pouca fé?)

Graças à iluminação da qual foi beneficiário, o gnóstico se serve da própria angústia para alcançar o conhecimento definitivo.
O gnóstico salva-se mediante o conhecimento, mas de que deve ser salvo? Esta pergunta nos exige estudar a atitude do gnóstico a respeito do seu corpo, do mundo visível e da existência sensível em geral.
O Apocalipse Cristão enfatiza: “Desde os tempos dos profetas, o céu se toma por assalto e só os valentes o tomaram”.
E para termnar, diremos:
“DEUS NÃO TEM FILHOS PREFERIDOS, MAS SIM FILHOS QUE O PREFEREM”.
“Modice fidei quare dubitasti?”
(Por que duvidaste, homem de pouca fé?)




